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O que fazer em São João Batista do Glória

São 22 atrativos cadastrados em São João Batista do Glória: 15 cachoeiras, 2 aventuras, 1 local histórico, 1 mirante, 1 atrativo, 1 natureza e 1 gastronomia. Cada um com foto, localização e o que já se sabe sobre a visita.

Atrativos em São João Batista do Glória

Buraco da Nega
Aventura

Buraco da Nega

Trilha

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Cachoeira Beija-Flor
Cachoeira

Cachoeira Beija-Flor

A Cachoeira Beija-Flor fica na Estrada do Tista, do lado de São João Batista do Glória, bem na divisa com Capitólio. É vizinha do Paraíso Achado: quem vai para lá passa por ela no caminho. Da portaria até a água são uns 200 metros de trilha curta e fácil. A queda despeja numa piscina natural grande, com parte rasa e parte funda. Do lado direito da queda principal, uma cachoeirinha forma uma banheira de pedra conhecida como hidromassagem natural. Não tem restaurante. Piquenique é liberado, desde que o lixo volte com você, e cachorro pode entrar na coleira. A entrada é paga na portaria, só em dinheiro, então leve trocado.

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Cachoeira da Capitinga
Cachoeira

Cachoeira da Capitinga

A Capitinga é a cachoeira mais perto da cidade de São João Batista do Glória. Sai-se pelo lado do Parque de Exposições e segue-se por estrada de terra sinalizada até a portaria. Dentro da mesma propriedade ficam lagoas, quedas d'água e mirantes, com poços de água tranquila e cristalina ao longo do ribeirão. Até a portaria vai qualquer carro. Dali para os atrativos sobe uma estrada curta, de 1,3 km, que só a 4x4 vence. Quem chega de carro de passeio pode subir a pé ou combinar o traslado na portaria. De 4x4, a trilha até a primeira lagoa tem uns 300 metros, de nível fácil. A propriedade tem área de camping, vende bebidas e produtos locais e aceita pets. É daqui também que sai a Gruta do Grito, o passeio de aventura da Capitinga, feito com condutor, só na época seca e com agendamento. Nas quedas o paredão é alto. Fique nos poços e caminhos indicados pela equipe da propriedade.

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Cachoeira da Capivara
Cachoeira

Cachoeira da Capivara

Esta é a Capivara do Vale dos Canteiros, uma das quatro cachoeiras que correm dentro da fazenda da Pousada Vale dos Canteiros, a 22 km de São João Batista do Glória por estrada de terra. Não é a Cachoeira da Capivara da beira da MG-050, do lado de Capitólio: são lugares diferentes. A fazenda é antiga. A família que toca a pousada conta que a casa era ponto de pouso dos tropeiros que cruzavam a serra, com café quente e prato de comida, e que a pousada abriu as portas em 2009. A Capivara não é uma queda alta. É um trecho de corredeiras que termina num poço largo, cercado de paredões, com sombra e pedra boa para sentar. Da pousada são cerca de 1,5 km, uns 25 minutos a pé por trilha sinalizada, ou de 4x4. Fica a uns dez minutos de caminhada da Cachoeira do Oratório, e as duas costumam ser visitadas juntas. Quem não está hospedado visita pelo day use dos fins de semana, com vagas limitadas e reserva pelo WhatsApp da pousada. A fazenda não recebe animais de estimação.

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Cachoeira da Garrida
Cachoeira

Cachoeira da Garrida

A Garrida fica no alto da Serra do Mirante, a pouco mais de mil metros de altitude, na zona rural de São João Batista do Glória. As quedas são do Córrego da Garrida, e a subida é por estrada de terra de serra, que pede carro alto ou 4x4. O córrego desce em quedas e poços de água verde. Dois pontos têm nome próprio: a Cachoeira do Beco, com um poço de mais de 6 metros de fundura, e a do Rasga Saco, um trecho de pedras pontudas. Poço fundo pede cuidado; quem não nada bem fica na beira. Não tem portaria nem estrutura nenhuma, então leve água, lanche e o lixo de volta. Ela costuma entrar no mesmo dia que a Cachoeira Maria Augusta e as pinturas rupestres da Serra do Mirante, num passeio de 4x4 que roda uns 60 km de estrada de terra.

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Cachoeira do Barulho
Cachoeira

Cachoeira do Barulho

A Cachoeira do Barulho, que também é chamada de Véu da Noiva, fica no Vale dos Canteiros, na estrada municipal que liga o Glória a Vargem Bonita, perto do km 20. São uns 21 km de estrada de terra desde a cidade. A visita é pela parte de cima. Estaciona-se na beira da estrada e desce-se poucos metros até o mirante natural, de onde se vê a queda inteira cair no vale. São cerca de 45 metros de queda, e é no tempo das águas, com o volume alto, que ela fica mais imponente. É cachoeira de olhar, não de banho. A descida até o poço lá embaixo não é recomendada, e no alto não há cerca nem guarda-corpo: a beirada é um precipício. Com criança, todo cuidado é pouco. A estrada pede carro alto, e na chuva pode piorar. O mais seguro é ir de 4x4. Não há estrutura no local.

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Cachoeira do Filó
Cachoeira

Cachoeira do Filó

O Filó é das cachoeiras mais fáceis da região. Fica colada na MG-050, no trecho entre Passos e Capitólio, dentro do município de São João Batista do Glória, perto da divisa com Capitólio e São José da Barra. Para quem vem de Belo Horizonte, a entrada fica uns 400 metros depois da placa de Furnas, à direita, num acostamento largo que serve de estacionamento. Placa da cachoeira não tem: para chegar sem erro, contrate um guia local ou reserve o roteiro pelo app CanastraPass. Da estrada até a água são uns 150 a 200 metros de descida. É curta, mas o chão é irregular, tem pedra solta e pede calçado fechado e calma com criança e gente de mais idade. Lá embaixo a queda tem bom volume e forma um poço amplo, raso nas beiradas e fundo no meio, com uma prainha para tomar sol e pontos de sombra. Subindo uns dez minutos pela lateral chega-se ao alto da cachoeira, onde há poços menores e mais quietos. Em feriado e fim de semana de sol, enche. Quem quer sossego costuma ir cedo ou em dia de semana. Em tempo de chuva, melhor deixar para outro dia: a água pode subir de repente.

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Cachoeira do Lobo Guará
Cachoeira

Cachoeira do Lobo Guará

Queda em área preservada, no território do símbolo da Canastra. Natureza bruta e silêncio.

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Cachoeira do Oratório
Cachoeira

Cachoeira do Oratório

O Oratório é outra das quatro cachoeiras da fazenda da Pousada Vale dos Canteiros, a 22 km de São João Batista do Glória. Fica pertinho da Cachoeira da Capivara, uns dez minutos de trilha entre uma e outra, e as duas costumam ser visitadas juntas. A origem do nome não tem registro, mas a pedra por onde a água escorre lembra um pequeno oratório. É uma queda pequena, de uns 4 metros, que forma um poço estreito encaixado no cânion, com uma prainha de areia e água rasa no começo. Dá para ficar debaixo da queda. A descida final é íngreme, mas tem cordas e corrimão para apoiar. Da pousada são cerca de 1,3 km, uns 30 minutos a pé, ou de 4x4. Quem não está hospedado visita pelo day use dos fins de semana, combinado antes com a pousada.

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Cachoeira do Tamanduá
Cachoeira

Cachoeira do Tamanduá

A Cachoeira do Tamanduá fica na zona rural de São João Batista do Glória, na mesma região da Cachoeira Maria Augusta e da Pousada Mata do Engenho. A queda corta um cânion comprido, e o último trecho é feito a pé, seguindo o Córrego do Tamanduá entre paredões altos até um poço fundo. São cerca de 2 km de caminhada até a queda. É trilha por dentro de cânion, com pedra molhada e água no caminho. Por isso a regra aqui é séria: vá com guia local e não vá com previsão de chuva. Dentro de cânion a água sobe rápido e sem aviso. Poço fundo também pede cuidado para quem não nada bem.

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Cachoeira Escondida
Cachoeira

Cachoeira Escondida

Escondida no nome e no caminho. A cachoeira fica dentro de uma fazenda em São João Batista do Glória, na região do Vale dos Canteiros, e muita gente emenda a visita com a Cachoeira do Quilombo no mesmo dia. A entrada passa pela Queijaria Casarão Rosa: é lá que se paga o acesso e se pega a chave da porteira. Coloque a queijaria no GPS, e não o nome da cachoeira, que pode levar a uma estrada sem saída. No caminho tem um riacho para o carro atravessar. Carro de passeio chega na seca, mas no tempo das chuvas a estrada pode ficar comprometida. Do estacionamento até a queda é uma trilha curta e fácil, de uns 150 metros. A queda tem cerca de 40 metros, com pouco volume de água, cercada de paredão de pedra e mata fechada, com bastante sombra. O poço tem água azul-turquesa e bem gelada, com partes rasas e partes fundas: quem não nada bem fica no raso. O melhor horário é entre 11h e 15h, com o sol mais alto. Na volta, vale provar o queijo canastra da queijaria.

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Cachoeira Gruta do Lobo Guará
Cachoeira

Cachoeira Gruta do Lobo Guará

A Gruta do Lobo Guará também fica nas terras da Pousada Vale dos Canteiros, a uns 2 km da sede, e dá para chegar de carro comum. A água desce por um paredão alto, num cânion fechado e sombreado, e forma um poço pequeno de água cristalina. Do lado esquerdo há uma gruta modesta, que dá nome ao lugar. Preste atenção para não passar por ela sem ver. Não é cachoeira de muito volume, e por ter águas mais tranquilas é procurada por famílias. O lobo-guará vive nos campos da Canastra, mas é bicho arisco: cruzar com um é sorte, não programa. Como as outras cachoeiras da fazenda, quem não está hospedado visita pelo day use dos fins de semana, com reserva.

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Cachoeira Maria Augusta
Cachoeira

Cachoeira Maria Augusta

A Maria Augusta fica bem na divisa de São João Batista do Glória com Delfinópolis, no caminho do Vale da Babilônia, e por isso aparece ora numa cidade, ora na outra. No mapa, o ponto da queda cai do lado do Glória. É uma das cachoeiras mais visitadas da Canastra. O que chama atenção é o volume de água e a praia de areia na frente da queda, com uma piscina natural cheia de trechos rasos. É lugar procurado por famílias, com criança e gente de mais idade. A entrada é pela Pousada Mata do Engenho. Saindo do Glória rumo a Delfinópolis, o asfalto acaba e seguem-se uns 17 km de terra, com placas para a Babilônia e para a pousada. Antes da cachoeira é preciso atravessar o Ribeirão Grande: a pé há ponte pênsil, de carro só 4x4, e a pousada oferece traslado. O atalho do aplicativo de mapa entra numa propriedade fechada e numa subida que carro baixo não vence: siga as placas, contrate um guia local ou reserve o roteiro pelo app CanastraPass. Quem quiser esticar o dia tem, acima da Maria Augusta, a Cachoeira Dona Hercília, por uma trilha moderada à direita, e na mesma propriedade a Cachoeira do Tamanduá. Nos fins de semana e feriados a pousada serve almoço.

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Cachoeira Paraíso Perdido
Cachoeira

Cachoeira Paraíso Perdido

O nome tem história, e quem conta são os donos. Na década de 1960, dois motociclistas de Ribeirão Preto passeavam pela MG-050, recém-inaugurada, e entraram numa estradinha rumo à serra. Na volta, quase escurecendo, pararam para comer manga, ouviram barulho de água e desceram até o ribeirão. Um disse que aquilo era um paraíso. O outro, preocupado com a noite, respondeu que sim, mas perdido, e que era melhor ir embora. Contaram a aventura aos amigos, e o nome pegou. O Paraíso Perdido é uma área particular, comprada para ser preservada, entre o Lago de Furnas e a Serra da Canastra, no município de São João Batista do Glória. O Ribeirão Quebra Anzol desce entre paredões de quartzito formando piscinas naturais de todo tamanho, umas rasinhas, outras com vários metros de fundura, e uma sequência de quedas. São 18 piscinas e 8 quedas. O caminho pelo ribeirão é marcado com pezinhos vermelhos pintados no chão. As pedras escorregam: vá de sapatilha ou tênis que possa molhar, e só até onde se sentir seguro. Os donos avisam que as piscinas fundas são perigosas, pedem colete salva-vidas para quem não nada bem e desaconselham entrar nos ribeirões depois de chuva. De maio a setembro é a época mais seca e a melhor para ir. A entrada fica no km 321 da MG-050, entre Passos e Capitólio, e o resto do caminho é estrada municipal que carro comum faz. Há camping, barracas de alvenaria, churrasqueiras, banheiros com água quente e lanchonete nos fins de semana e feriados. O sinal de celular é fraco, e o contato é pelo Instagram.

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Capela Nossa Senhora do Rosário
Local Histórico

Capela Nossa Senhora do Rosário

Por volta de 1820, os irmãos Daniel e Joaquim Goulart vinham de Candeias rumo aos sertões de Goiás quando pararam às margens do Rio Grande, presos pela terra boa. Um deles adoeceu, e os dois fizeram uma promessa a São João Batista, o santo da Igreja da Glória de Candeias. A cura veio, e com ela a doação de 70 alqueires e uma capela ao santo. Em volta dela, em 1825, já havia um povoado: o começo de São João Batista do Glória. A Capela Nossa Senhora do Rosário nasceu nesse mesmo arraial. O inventário do patrimônio registra sua fundação entre 1823 e 1824. Há documentos que falam em 1860, e quem compara a construção com outras capelas da região aponta algo por volta de 1830. A data exata segue em aberto, mas uma coisa é certa: é a capela mais antiga da cidade, e chegou até hoje praticamente como foi feita. Por isso, em 2006, ela se tornou o único bem material tombado pelo município. Em 2026, a prefeitura anunciou uma restauração para conter os cupins do telhado e do altar-mor, com a regra de preservar o que é original. Quem passa pela Rua Rio Branco, no centro, está diante de um dos poucos testemunhos de pé do Glória do começo do século XIX. Fora dos dias de celebração, a capela costuma ficar fechada. Para missas e visitas, a referência é a Paróquia São João Batista, na Praça Belo Horizonte, 11, telefone (35) 3524-1166, de segunda a sexta.

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Complexo Quebra Anzol
Cachoeira

Complexo Quebra Anzol

O Quebra Anzol é a área de camping e lazer da ARF, a Agremiação Recreativa de Furnas, a cerca de 1,5 km da barragem da Usina de Furnas, na zona rural de São João Batista do Glória. A placa de entrada fica junto ao mirante da usina, à beira da MG-050. O rio que dá nome ao lugar corta a área inteira, com cascatinhas, poços e piscinas naturais, numa faixa de uns 200 metros de margem com sombra de mata e árvores frutíferas. A cachoeira principal fica dentro do camping, e uma trilha interna leva até a Cachoeira do Filó, a mais próxima. Dá para ir só passar o dia ou para acampar. Tem área gramada para barraca, quiosques com churrasqueira, banheiros e lanchonete na alta temporada. As regras de som e convivência são rígidas e passadas na chegada, e em dia de chuva o acesso às cachoeiras pode ser fechado. Antes de ir, confirme valores e funcionamento pelo WhatsApp do perfil.

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Complexo Retiro Vikings
Cachoeira

Complexo Retiro Vikings

O Retiro Viking fica numa fazenda da zona rural de São João Batista do Glória, no fim de uma estrada de terra que sai da MG-050, perto do km 321, e passa pela entrada do Paraíso Perdido. São uns 7 a 9 km de terra com bastante buraco: carro pequeno chega, mas 4x4 vai com mais conforto, e na chuva o caminho piora. O aplicativo de mapa às vezes confunde o Retiro Viking com o Paraíso Proibido. Para não errar o caminho, contrate um guia local ou reserve o roteiro pelo app CanastraPass. Dentro da propriedade são cinco cachoeiras principais e vários poços, ligados por trilhas curtas e por uma estradinha interna. Da portaria até a última queda são cerca de 2,6 km, e boa parte dá para fazer de carro. O primeiro ponto é um mirante e, logo depois, vem a Cachoeira Trovão, a mais alta do lugar. No caminho ficam ainda a Patinho Feio, a Caixinha de Surpresa, a Pequena Sereia e a Quelé, e em quatro delas dá para tomar banho, em água clara. Não tem restaurante nem camping. Há banheiros na entrada e um salão onde dá para comer o lanche que você levar. Não entram animais de estimação, bebida alcoólica, garrafa de vidro nem churrasco. A entrada é cobrada por pessoa, criança até 10 anos não paga, e aceitam Pix. Reserve o dia inteiro para aproveitar.

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Gruta do Grito
Aventura

Gruta do Grito

A Gruta do Grito é o passeio de aventura da Cachoeira da Capitinga, em São João Batista do Glória. Não é visita de chegar e entrar: sai com condutor da propriedade, com equipamento de segurança e seguro aventura incluídos, e precisa ser agendado com antecedência. O caminho passa por crateras na pedra que guardam piscinas naturais de água clara, por um cânion conhecido como Canyon das Borboletas e por grutas com cachoeiras caindo lá dentro. O passeio só acontece na época seca do ano.

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Mirante Pôr do Sol - Vale dos Canteiros
Mirante

Mirante Pôr do Sol - Vale dos Canteiros

Mirante

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Muro de Pedras
Atrativo

Muro de Pedras

Muralha de pedra erguida à mão por antigos moradores, cortando a paisagem da serra. Patrimônio vivo da história local.

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Pedreira Lagoa Azul
Natureza

Pedreira Lagoa Azul

A Lagoa Azul não nasceu de cachoeira nem de nascente. Ali funcionava uma pedreira de quartzito, pedra muito usada na construção. Quando a extração parou, a cava foi enchendo com água do subsolo e virou lagoa. A extração de pedra parou há mais de vinte anos. A cor muda com a luz e com o tempo: azul num dia de sol, verde ou azul escuro em outro. O lugar foi locação do filme Motorrad, de 2017, e virou cenário de ensaio de fotos. O caminho sai do trevo de Furnas, na MG-050, sentido Capitólio, por estrada de terra com pedra solta e sem placa. Vá de 4x4, de moto ou com guia que conheça a estrada. Não tem estrutura nenhuma: nem sombra, nem banheiro, nem lanchonete. Leve água, chapéu e protetor solar. Cuidado com o banho. A margem é rasa, mas o fundo aprofunda de repente, e não há informação segura sobre a qualidade da água. Quem não nada bem fica de fora.

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Vinícola Moradas da Serra
Gastronomia

Vinícola Moradas da Serra

A Vinícola Moradas da Serra fica à beira da estrada que liga o Glória ao Quilombo, no km 39, na zona rural de São João Batista do Glória. O projeto é de um casal que assumiu a vinícola com apoio do Sebrae Minas. As uvas são cultivadas com a técnica da dupla poda, que permite colher no inverno, quando o tempo seco e frio ajuda a concentrar o açúcar da fruta. O primeiro rótulo da casa é um Syrah, e a previsão divulgada para 2026 incluía Tannat, Pinot Noir, Marselan, Sauvignon Blanc e alguns cortes. A visita passa pelo vinhedo e pela adega e termina na degustação, com comida mineira e queijos da região. A casa tem um wine bar e três casas para hospedagem dentro da propriedade. Degustações e experiências são sob agendamento.

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Queijarias em São João Batista do Glória

🧀Queijaria

Queijaria 2R

Queijaria

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🧀Queijaria

Queijaria Casarão Rosa

A Queijaria Casarão Rosa fica na Fazenda Canteiros, no Vale dos Canteiros, zona rural de São João Batista do Glória, e produz queijo minas artesanal da Canastra. O Glória faz parte da área da Indicação Geográfica do Queijo Canastra, reconhecida pelo INPI. Os queijos da casa já subiram ao pódio nos dois concursos municipais do Glória, sempre na categoria casca lavada: segundo lugar no primeiro concurso e terceiro no segundo, em maio de 2026. A queijaria também é a porta da Cachoeira Escondida: é lá que se paga o acesso e se pega a chave da porteira. Dá para juntar as duas coisas na mesma ida. Para visitar a queijaria, confirme antes por telefone.

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🧀Queijaria

Queijaria do Ademar

A Queijaria do Ademar produz queijo minas artesanal da Canastra em São João Batista do Glória, município que faz parte da área da Indicação Geográfica do Queijo Canastra. No 2º Concurso Municipal do Queijo Minas Artesanal da Canastra, em maio de 2026, ficou em primeiro lugar na categoria casca lavada e se classificou para a etapa regional. No primeiro concurso municipal, já tinha ficado em terceiro na mesma categoria.

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Queijaria Quintal do Glória
Queijaria

Queijaria Quintal do Glória

A Queijaria Quintal do Glória fica no Sítio Nossa Senhora Aparecida, no km 1 da saída pela Avenida Primavera, a poucos minutos do centro de São João Batista do Glória. É uma queijaria de família, que faz o autêntico queijo mineiro da Canastra e recebe o visitante no próprio quintal da produção. Os queijos já foram reconhecidos lá fora: a casa conquistou medalha de prata no Mondial du Fromage de 2023, na França, e a produção tem o selo do SIF, o Serviço de Inspeção Federal. Na visita, dá para ver de perto a ordenha e as salas onde o queijo é feito e maturado, provar queijos em diferentes tempos de cura e levar para casa queijo, doce de leite e outros produtos da roça. No fim da tarde, o pôr do sol visto do sítio é um capítulo à parte. No mesmo sítio funcionam as Suítes Quintal do Glória, para quem quer dormir na roça.

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🧀Queijaria

Queijaria Tradição Vilela

A Tradição Vilela é uma queijaria de agricultura familiar na Fazenda Fumal, zona rural de São João Batista do Glória. A queijaria é tocada por pai, mãe e filha. Formada em administração, a filha fez o trabalho de conclusão de curso sobre a viabilidade da queijaria da família, e foi aí que viu no queijo canastra um negócio. O queijo mais conhecido da casa é o de casca florida natural, feito com leite cru da própria fazenda. Um desses, maturado por cerca de 30 dias, ganhou o primeiro lugar no XXII Concurso Regional do Queijo Minas Artesanal da Canastra, em julho de 2026, e levou a queijaria à etapa estadual. No concurso municipal do Glória, em maio do mesmo ano, os queijos de 30 e de 15 dias ficaram em primeiro e segundo na casca florida natural. A casa também está na lista de premiados do Prêmio Queijo Brasil 2025. Na visita tem degustação. Além do queijo, a família vende doce de leite, geleia, cerveja artesanal e mel da região. Combine a visita antes pelo WhatsApp do perfil.

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