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O que fazer em Delfinópolis

São 18 atrativos cadastrados em Delfinópolis: 13 cachoeiras, 4 mirantes e 1 natureza. Cada um com foto, localização e o que já se sabe sobre a visita.

Atrativos em Delfinópolis

Cachoeira do Alpinista
Cachoeira

Cachoeira do Alpinista

Cachoeira

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Cachoeira do Encanto
Cachoeira

Cachoeira do Encanto

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Cachoeira do Facão
Cachoeira

Cachoeira do Facão

Queda encaixada entre paredões, com o formato marcante que batiza o lugar. Opção diferente para quem já conhece as clássicas.

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Cachoeira do Gordura
Cachoeira

Cachoeira do Gordura

Cachoeira

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Cachoeira do Ouro
Cachoeira

Cachoeira do Ouro

Cachoeira

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Cachoeira do Quilombo
Cachoeira

Cachoeira do Quilombo

Cachoeira

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Cachoeira Vale do Céu
Cachoeira

Cachoeira Vale do Céu

Cachoeira

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Complexo Paraíso
Cachoeira

Complexo Paraíso

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Complexo Santa Maria Recanto da Paz
Cachoeira

Complexo Santa Maria Recanto da Paz

Cachoeira

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Condomínio de Pedras
Natureza

Condomínio de Pedras

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Edinho e Mirlene
Cachoeira

Edinho e Mirlene

Parada de recepção mineira raiz: o acolhimento de quem vive a serra, com a hospitalidade e o sabor da roça.

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Mirante Caminho do Céu
Mirante

Mirante Caminho do Céu

Mirante

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Mirante da Babilônia
Mirante

Mirante da Babilônia

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Mirante da Batéia
Mirante

Mirante da Batéia

Mirante

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Mirante da Bateia II
Mirante

Mirante da Bateia II

Mirante

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Paraíso Selvagem
Cachoeira

Paraíso Selvagem

O Paraíso Selvagem é um complexo particular de cachoeiras e cânions na Serra da Canastra, em Delfinópolis, vizinho ao Parque Nacional. São dois cânions e um circuito de água com doze quedas, entre elas a Cachoeira do Alpinista, que despenca cerca de 40 metros dentro do paredão, o Salto Solitário, a Cachoeira das Orquídeas, a das Mariposas e a do Pingo D'Água. O passeio é caminhada, não mirante de beira de estrada. O circuito completo passa dos 7 quilômetros e o terreno pede mais equilíbrio do que fôlego: são pedras, raízes e travessias de córrego. Dá para fazer só os trechos curtos e voltar, mas quem quer ver as principais quedas separa o dia inteiro. Da cidade são cerca de 27 quilômetros, com o trecho final em estrada de terra. No tempo seco um carro de passeio faz o caminho com cuidado. Depois de chuva forte a estrada piora, e aí um veículo alto ou com tração faz diferença. Duas coisas mudam o passeio e vale saber antes de subir. A trilha não é sinalizada, então quem não conhece a região aproveita muito mais com um condutor local. E em dia de chuva forte os córregos sobem rápido, o que fecha trechos por segurança. A melhor época para caminhar é a estação seca, de abril a setembro. Na portaria é cobrada uma taxa de conservação por pessoa. Leve dinheiro: a região é rural e a internet oscila, então cartão e Pix nem sempre passam.

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Ponto dos Palmitos
Cachoeira

Ponto dos Palmitos

Parada de contemplação com enquadramento cinematográfico dos vales, um dos visuais mais fotografados do trajeto.

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Vale Encantado
Cachoeira

Vale Encantado

Queijaria e Cachoeira Vale Encantado

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